Falemos em primeira pessoa... Esse final de semana prolongado aconteceram coisas que fazia bastante tempo que não fazia, saímos no sábado, fomos à um sarau no domingo e ainda no domingo demos uma esticada até uma bar, que vejam só, era na avenida Paulista, na esquina oposta ao MASP. Comentei com meu amigo, o Alisson, quando as meninas que nos acompanhava, foram ao banheiro. "Percebeu Alisson, onde estamos ?" , ele não entendeu inicialmente "Olha onde estamos, me dei conta enquanto fui até o outro lado da avenida no banco, estamos em um bar na Avenida Paulista, que fica na esquina oposta ao MASP. Que coisa não ? Isso é sinal de que as coisas estão mudando. Acho que é o começo da materialização dos nossos planos."Pois é, e realmente sinto isso, quando imaginava isso sozinho era nubuloso, parecia algo distante, mas ano passado apareceu Ana na minha vida, esse ano consigo um emprego em um lugar muito bom, bem próximo de onde estávamos no domingo, além desse fato ocorrido no domingo, tenho passado 80% do meu tempo em Sampa, nessa mesma noite, Thalita a amiga da Larissa ( que é a fada do Alisson), comentou sobre um apartamento na Rua Augusta, apartamento com quatro dormitórios, bem grandes pela descrição dela, afinal de contas, que apartamento se consegue colocar um colchão dentro do banheiro ? Poucos ! Foi o que eu também pensei. Quando ela me disse o preço, mil reais por mês, fiquei mais interessado ainda. Pela localização e o preço, achei um preço justo. Bom como só Alan e eu estamos trabalhando em Sampa, temos de esperar os outros conseguirem, para que iniciemos a "revolução".
Noite passada foi estranho, não sei dizer se foi bom ou ruim. Ana e eu tivemos uma conversa e ela deixou algumas coisas bem claras, não sei se foi algo que ela estava tentando me convencer ou se foi algo da qual ela estava tentando se convencer, não sei se meu sexto sentido funciona bem nessas horas, não sabia muito o que falar, nem o que pensar, na verdade, até agora examente neste instante ao som de Bauhaus - Bela Lugosi is dead, ainda estou pensando o que devo pensar de tudo isso. Muito estranho. O Fato é que ela fez o mesmo discurso de sempre, aliás sinto que já fazia algum tempo que ela queria tocar esse assunto comigo, mal digo alguma coisa, e ela já pensa ser algum tipo de indireta. Nos ultimos dias ocorreram muitas coisas que me levam a pensar que ela está me evitando, pois coloca obstáculo e defeito em um monte de coisa. Fico triste pelo fato de ela enxergar segundas inteções em quase tudo que faço, sinto isso. É de minha natureza ser uma pessoa prestativa, mas do jeito que tudo segue, me parece que ela está pesando minha pessoa tirando por base o que ela está acostumada a ver por ai nas outras pessoas. Se já não estivesse acostumado a esse tipo de coisa, se não entendesse que, infelizmente, comparações é algo comum para a "maioria", atitudes como essa poderiam me ofender, como já me ofendeu tempos atrás, muito antes de conhecê-la.
Curiosamente, mexendo em algumas coisas do meu tempo de estudante dedicado de Druidismo, encontrei algo sobre a comemoração de Beltane e de como este festival é associado a deusa, vejam só, Ana, pois é, imaginem minha cabeça, um detalhe curioso é que este festival é comemorado sobre o signo de Escorpião, signo desta que está presente na minha vida, associado ainda ao arcano 13 do Tarot, a Morte, símbolo de transformação. A Ana não sabe, mas talvez um dia ela saiba que ela foi responsável por algumas transformações na minha vida, e em partes ajudou indiretamente na minha alquimia interior.
Bom, esperemos os próximos dias, com certeza mais alguma coisa vai acontecer.
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