Não foi direto para casa, resolveu ir para casa da tia, mesmo ela não estando lá mais a muito tempo, ele ainda gostava da companhia dos que estavam lá. Quando isso havia acontecido ano passado, tinha sentido mais o peso. Não que esteja passivo quanto a situação. Ele já sabia, um ano que começa do jeito que começou, já era previsto que coisas iriam começar a ocorrer.
No fundo sabe que o período que está passando é conturbado, mas não se preocupa muito com isso, não que seja excesso de confiança. Apenas pensa que ficar sentado sentindo pena de si mesmo, não vai resolver o problema.
Admitia que não teria futuro naquele lugar, suas idéias e sua maneira de agir e trabalhar são avançadas e ousadas demais para uma empresa provinciana. E teve mais certeza disso quando ouviu os motivos pelos quais estava sendo dispensado. Para o dono, ele não estava contente com a empresa, com o ambiente de trabalho e com o trabalho que realizava. Ele ouviu tudo quieto, ficou pensando como o dono pode achar que todo mundo que irá passar ali irá aceitar sofrer pelos erros dele e de seus subordinados diretos, porque no passado não souberam estabelecer uma linha bem definida entre uma empresa que presta serviços e cliente. Ninguém sensato vai. Mas o outro, precisava de alguma forma se afirmar como patrão, então achou que ele seria a pessoa certa.
Enfim, sentia pesar, não tanto por estar saindo, mas por uma pessoa ou outra que conviveu com ele ali. Mas estas ele poderá ver no futuro, porque pensam como ele. Então do jeito que entrou ele saiu. Com o pé direito e cabeça erguida.
No fundo sabe que o período que está passando é conturbado, mas não se preocupa muito com isso, não que seja excesso de confiança. Apenas pensa que ficar sentado sentindo pena de si mesmo, não vai resolver o problema.
Admitia que não teria futuro naquele lugar, suas idéias e sua maneira de agir e trabalhar são avançadas e ousadas demais para uma empresa provinciana. E teve mais certeza disso quando ouviu os motivos pelos quais estava sendo dispensado. Para o dono, ele não estava contente com a empresa, com o ambiente de trabalho e com o trabalho que realizava. Ele ouviu tudo quieto, ficou pensando como o dono pode achar que todo mundo que irá passar ali irá aceitar sofrer pelos erros dele e de seus subordinados diretos, porque no passado não souberam estabelecer uma linha bem definida entre uma empresa que presta serviços e cliente. Ninguém sensato vai. Mas o outro, precisava de alguma forma se afirmar como patrão, então achou que ele seria a pessoa certa.
Enfim, sentia pesar, não tanto por estar saindo, mas por uma pessoa ou outra que conviveu com ele ali. Mas estas ele poderá ver no futuro, porque pensam como ele. Então do jeito que entrou ele saiu. Com o pé direito e cabeça erguida.
Nenhum comentário:
Postar um comentário